SOBRE OS BIMODAIS

A Bimodal -  Futurismo Competitivo


O que vimos neste livro é a Narrativa Bimodal criada de forma participativa dentro da Bimodais - Futurismo Competitivo.


Somos uma escola de dupla função:


  • por um lado, criadores de uma narrativa inovadora sobre o futuro, quando adotamos o modelo de Escolas de Pensamento do passado;

  • e, ao mesmo tempo, uma Escola de Formação Digital, utilizando todos os recurso de interação possível para tornar nosso trabalho cada vez mais flexível, eficaz e simples para quem chega e para quem fica. 



A Escola foi criada, no Brasil, em 2018 e opera totalmente pela Internet, através do uso intenso do WhatsApp, Telegram, Youtube, Google Drive.


(Se você quiser mais detalhes sobre os detalhes operacionais nossa forma de pensar e agir, conheça este documento: https://bit.ly/bimcentraldoc)


Nos consideramos “ A melhor Escola de Futurismo do Brasil”, pois somos os únicos que:


  • baseiam a narrativa na Macro-História;

  • trabalha com a Antropologia Cognitiva - ciência emergente;

  • nos organizamos, ministramos aulas, via Whatsapp e Telegram, desde o início;

  • produzimos material didático, via Google Drive;

  • e temos a narrativa, por tudo isso, mais consistente do mercado, acertando previsões - o que é o mais importante quando se se fala em Futurismo.


Somos, além de comercializar cursos, uma Escola de Pensamento, no sentido clássico do termo.


Uma Escola de Pensamento, no sentido clássico do termo, é união voluntária e espontânea de diversos pesquisadores, em torno de determinadas ideias e conceitos, chamadas de Núcleo Duro, como sugere o Epistemologista Imre Lakatos (1922 - 1974).

O Núcleo Duro é formado pela união de alguns poucos conceitos estruturantes, em geral filosóficos-teóricos, que permitem a junção do trabalho cooperativo de vários pesquisadores. 


Os pesquisadores consideram que aqueles conceitos centrais são mais razoáveis do que outros e passam a analisar e agir sobre determinado fenômeno, a partir deles, dando origem, assim, a Escola de Pensamento.


Escolas de Pensamento surgem e servem para amadurecer os debates diante de determinado fenômeno, tais como:


  • na Psicologia -  Lacaniana, Freudiana, Junguiana;

  • na Educação - Montessoriana, Piagetiana;

  • na Economia -  Austríaca, de Chicago e Keynesiana.


Escolas de Pensamento são criadas, assim, para defender abordagens filosóficas, teóricas e/ou metodológicas específicas sobre determinado fenômeno. 


  • O objetivo de Escolas de Pensamento é o de desenvolver novas e antigas Narrativas Científicas para defender novos e antigos pontos de vista sobre determinado fenômeno, se contrapondo ou reforçando o que é estabelecido, procurando sempre explicações melhores.


Escolas de Pensamento têm um Núcleo Duro comum com saudáveis variações de interpretações entre seus diversos integrantes. 


Núcleos Duros, diferente de religiões, não são dogmas fechados.


Quando há divergências entre pesquisadores da mesma Escola sobre tópicos centrais do Núcleo Duro, a tendência é se dividirem, criando vertentes distintas da Escola de origem.


Escolas de Pensamento visam se distanciar de conceitos dogmáticos, de ideologias fechadas e de qualquer tipo de utopia.


Nas grandes mudanças civilizacionais ao longo da história é comum o surgimento de novas Escolas de Pensamento. 


A chegada do alfabeto grego na Grécia, por exemplo, como nos ensinou Eric Havelock (1903-88), permitiu o surgimento da filosofia e, com ela, de várias Escolas de Pensamento, como a de Platão e depois de Aristóteles.


Bem como depois da Idade Média, com a chegada da Prensa (1450), tivemos o surgimento de várias Escolas artísticas, filosóficas, teóricas, no período conhecido como Renascimento, resgate e atualização das ideias da Grécia Antiga. 


É comum o surgimento de Escolas de Pensamento depois de Revoluções Civilizacionais como a atual. Visam promover ajustes conceituais necessários do Modelo de Pensamento anterior para o novo.


Um dos casos clássicos de novos ares após Revoluções Civilizacionais é o de René Descartes (1596 1650) com o livro “O Discurso do Método” (1637), base para que os pensamentos míticos e religiosos pudessem dar lugar às formulações mais lógicas e científicas depois da Idade Média.


Descartes e vários outros, aproveitando-se das mudanças advindas da chegada da escrita impressa, em 1450, criaram as bases conceituais do pensamento contemporâneo, sofisticando o antigo modelo para outro mais sofisticado e mais competível com a Complexidade Progressiva.


O Núcleo Duro da Bimodais - Escola de Pensamento Digital está centrado na percepção de que:


  • Somos uma Tecnoespécie;

  • Promovemos Revoluções Civilizacionais recorrentes;

  • Que visam fazer um ajuste entre nosso Modelo Estrutural de Sobrevivência e a Complexidade Demográfica existente.


Estes são os elementos chaves da Antropologia da Sobrevivência -  nossa Ciência-Master..


Antropologia da Sobrevivência é o estudo histórico comparativo das Macro Mudanças do Sapiens na forma de se comunicar e de se organizar para sobreviver.


Note que a Antropologia da Sobrevivência é um campo novo, emergente, ainda experimental, com diversas lacunas, que exigirão muito tempo e esforço para irem sendo preenchidas. 


É um campo emergente, transdisciplinar, focado no problema: 


O que são e como devemos explicar e agir diante de Revoluções Civilizacionais?


O foco da Bimodais - Escola de Pensamento Digital é a formação de profissionais de Futurismo Competitivo, que possam treinar, prestar consultoria e mentoria de diferentes áreas da sociedade. 

Detalhemos, portanto, o conceito Futurismo Competitivo Bimodal:

  • Futurismo - projeção das macro tendências no médio e longo prazo;

  • Competitivo - com foco na sobrevivência de pessoas, profissionais e organizações de todas as áreas na direção da competitividade;

  • Bimodal - que percebe que vivemos neste início de século um momento Bimodal: dois Macro Modelos de Sobrevivência incompatíveis (Lobos versus Formigas)/ Gestão versus Curadoria) , que convivem no mesmo tempo e lugar, como é o caso dos táxis e do Uber e dos hotéis e do AirBnb. Conhecer os princípios do novo modelo estrutural permite projetar novas formas de se manter competitivo.

O papel de um Futurista Competitivo Bimodal, em particular, é o de apresentar, a partir de uma Narrativa mais Consistente possível, os principais riscos e ameaças, que a nova Civilização traz para aqueles que estão fortemente imersos no modelo anterior. 

É o de apresentar também os benefícios, oportunidades, daqueles que querem ousar ser líderes na Civilização 2.0.


O projeto tem como Curador Carlos Nepomuceno - profissional com mais de 20 anos em estratégia digital.

A Narrativa Bimodal possui, assim, uma série de conceitos encadeados cuja figura abaixo permite conhecer com mais facilidade:

 

A NARRATIVA BIMODAL POSSUI, ASSIM, UMA SÉRIE DE CONCEITOS ENCADEADOS CUJA FIGURA AO LADO PERMITE CONHECER COM MAIS FACILIDADE:

 

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